Escultura portuguesa

La escultura portuguesa também cresceu em importância nos últimos 500 anos. Durante o início do século XVI, os principais escultores do Renascimento em Portugal foram mestres imigrantes franceses, trabalhando principalmente em mármore e alabastro.

O mais famoso escultor do século 18 na língua portuguesa é Joaquim Machado de Castro (1831/22), que veio de Coimbra, onde é nomeado director do museu da cidade em sua homenagem.

Foi formado por José de Almeida e trabalhou com o escultor italiano Alessandri Giusti (1715-1799), que criou uma escola de Mafra. A fama de Machado de Castro baseia-se na esplêndida estátua de bronze de D. José, com figuras correspondentes, executada pela Praça do Comércio de Lisboa.

Exemplos dignos de escultura neoclássica portuguesa podem ser vistos nos palácios reais de Queluz y Ajuda, na periferia da capital. De referir que o Palácio da Ajuda foi o principal centro de actividade artística, arquitectónica e decorativa portuguesa no primeiro quartel do século XIX.

A talha, principalmente no interior da igreja, foi uma das formas de expressão artística mais populares e difundidas em toda a Península Ibérica, dos séculos XV a finais do século XVIII.

E a talha gótica está bem representada na Sé Velha de Coimbra, enquanto a capela-relicário do mosteiro de Alcabaça exemplifica o barroco inicial.


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